Um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras mostrou que, apesar do crescimento do mercado segurador, a proteção patrimonial ainda alcança uma parcela limitada da população brasileira. Atualmente, apenas 29% da frota nacional possui seguro automóvel e 17% das residências contam com seguro residencial.
A classe média já representa o principal grupo contratante desses produtos, o que indica uma mudança na percepção sobre a importância da proteção financeira. Mesmo assim, milhões de famílias ainda permanecem expostas a riscos capazes de comprometer bens, reservas e anos de planejamento.
Em muitos casos, o seguro ainda é contratado somente após a aquisição de um patrimônio relevante ou depois de uma situação de perda. Por isso, a proteção patrimonial deve ser entendida como parte do planejamento financeiro, assim como investimentos, financiamentos e projetos de expansão.
Nesse cenário, o papel da corretora vai além da contratação de uma apólice. A orientação especializada ajuda a identificar riscos, avaliar coberturas e construir uma proteção adequada à realidade de cada cliente.
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